O direito canónico corre o risco de se transformar em mexerico institucionalizado. Os bispos são sujeitos a visitas, investigações e, por fim, afastados, enquanto as provas, as acusações e os atos processuais permanecem inacessíveis até aos próprios interessados. O mesmo acontece em mosteiros e abadias.
E enquanto o Sínodo continua a produzir documentos sobre transparência e corresponsabilidade, quase ninguém exige transparência precisamente nos procedimentos através dos quais a Igreja julga e intervém na vida de leigos e clérigos.
O Diretor do Silere non possum, Marco Felipe Perfetti, fala hoje sobre este tema neste vídeo.



