Na primeira parte desta investigação exclusiva, o Silere non possum traz à luz um sistema de relações, pressões e intimidações que, ao longo dos anos, procurou atingir o nosso jornal, desacreditá-lo e silenciá-lo.
No centro da investigação estão jornalistas e pessoas que se arrogam títulos que não possuem, estruturas de poder, meios opacos e uma rede de proteções mútuas que, como é amplamente documentado, atua sempre da mesma forma: atingir quem faz jornalismo livre e expõe aquilo que eles prefeririam manter escondido.
Não encontrarão aqui mexericos, insinuações ou informações de segunda mão, como acontece, pelo contrário, em certos psico-blogues e em jornais sustentados por elites de poder.
Encontrarão áudios, documentos, imagens, conversas e factos. Esta primeira parte reconstitui alguns dos nomes e métodos de um sistema que, em vez de procurar a verdade, tenta proteger-se a si próprio e esmagar quem não se dobra.
Isto é apenas o início.



